O Decreto de 18 de Julho de 1835 viria a estabelecer um novo sistema administrativo, segundo o qual o território nacional era dividido, para efeitos administrativos, em distritos, Concelhos e Freguesias, governados por magistrados que eram, respetivamente, o Governador Civil, o Administrador do Concelho e Comissário da Paróquia.
Ao Governador Civil, nomeado pelo governo, incumbiam amplas atribuições como representante do poder central.
Com o Decreto de 6 de novembro de 1836 a designação do chefe de distrito viria a alterar-se, passando a denominar-se Administrador Geral. Só com o Código Administrativo de 1842 o magistrado da administração distrital retomaria o nome de Governador Civil.
Empresa constituída em 1904-1942 e que forneceu energia elétrica à cidade de Évora desde 1908 até 1942. Em 1917 a Companhia Eborense de Electricidade passou mesmo a deter a concessão da iluminação pública, substituindo, assim, a iluminação pública a gás. Em 1942, pela Portaria de 22 de Dezembro, foi aprovada a municipalização dos serviços de distribuição de energia eléctrica à cidade de Évora, sendo feito um acordo com uma grande empresa nacional a União Eléctrica Portuguesa. A Companhia Eborense de Eletricidade desistiu da concessão, devido às grandes dificuldades causadas pela falta de combustíveis, devido à II Guerra Mundial.
Fonte: MATOS, Ana Cardoso de - A electricidade na cidade de Évora: da Companhia Eborense de Electricidade à União Eléctrica Portuguesa [Consultado 24/07/2026: https://dspace.uevora.pt/rdpc/handle/10174/2393?mode=full]
Comerciante da cidade de Évora
O Administrador do Concelho foi um cargo criado no reinado de D. Maria II, em 1835, e que foi extinto em 1937.