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Photographia Lusitana
Corporate body · 1867 -?

Photographia Lusitana, de João António Madeira, com estabelecimento na Rua do Tesouro Velho (hoje Rua António Maria Cardoso), n.º 27, em Lisboa. Nas mesmas instalações, em 1867, tinha funcionado a Photographia Lima & Madeira, da qual João António Madeira era sócio.

Madeira, J. A.
Person · Actividade nos finais do século XIX

João António Madeira, geriu a Photographia Lusitana, com estabelecimento na Rua do Tesouro Velho (hoje Rua António Maria Cardoso), n.º 27, em Lisboa. Nas mesmas instalações, em 1867, tinha funcionado a Photographia Lima & Madeira, da qual João António Madeira era sócio.

Oliveira e Fil.
Corporate body · Actividade nos finais do século XIX
A. D'Azevedo & Cª
Person · 1904

Atelier fotográfico com sede na Rua Motta Veiga nº46, em Lisboa

1974-1977

O início do Serviço Cívico Estudantil prolongou-se do Outono de 1974 à Primavera de 1975. Foi sucessivamente debatido pelos II, III e IV Governos Provisórios, sendo criado durante este último Governo. Na verdade, o decreto-lei da criação do Serviço Cívico Estudantil data de 30 de maio 1975, ou seja, de perto do final do ano letivo durante o qual era suposto vigorar e no qual, com maior ou menor duração, amplitude e empenho, vigorou. Foi, pois, em condições difíceis que decorreu o seu 1.º ano que, na prática, aconteceu apenas no Verão de 1975, tal como refere Oliveira (2004).
O decreto-lei n.° 270/75, de 30 de maio, refere que o Serviço Cívico Estudantil tinha em vista os seguintes objetivos:
a) Assegurar aos estudantes uma mais adequada integração na sociedade portuguesa e um mais amplo contacto com os seus problemas, a par de melhor compreensão das necessidades e carências da população;
b) Garantir maior harmonização do conteúdo e prática do ensino com as situações concretas da vida nacional;
c) Contribuir para a combinação da educação pelo trabalho intelectual com a educação pelo trabalho manual e quebrar o isolamento da escola em relação à vida, da cidade em relação ao campo;
d) Possibilitar aos estudantes, em certa medida, uma avaliação das opções feitas eventualmente despertar-lhes vocação e interesse por vias profissionais de mais imediato proveito para a coletividade;
e) Contribuir para a reconversão do sistema de ensino, fomentar o espírito de trabalho coletivo, incentivar a cooperação entre os estudantes e o povo trabalhador, preparar e assegurar a participação dos estudantes nas tarefas da construção da democracia e do progresso do País;
f) Apoiar a criação de infraestruturas sociais de que o País necessite;
g) Contribuir, na medida do possível, para melhorar as condições de vida das populações mais necessitadas, mediante a realização de tarefas urgentes que não possam ser garantidas pelo recurso ao mercado de trabalho.
A entidade superior responsável por este serviço foi o Ministério da Educação e Cultura.
O Serviço Cívico Estudantil é extinto pela lei 37/77, de 17 de junho.

Arnaud, J. Morais
Person · 1946-

Presidente da Direção da Associação dos Arqueólogos Portugueses desde 1995, exercendo por inerência as funções de Diretor do Museu Arqueológico do Carmo.
Licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Especializou-se em Arqueologia na Universidade de Cambridge, Inglaterra.
Regressado a Portugal, desenvolveu um extenso conjunto de trabalhos arqueológicos no Centro e Sul do território nacional, estudando essencialmente a Pré-história recente e a Proto-história. Destacam-se o estudo dos povoados calcolíticos de Penedo do Lexim, Alcalar e Porto Torrão, e um Projeto interdisciplinar sobre os concheiros mesolíticos do Vale do Sado, que desenvolveu entre 1983 e 1988.
Foi arqueólogo do IPPC e IPPAR, tendo sido responsável pela elaboração dos primeiros cadernos de encargos e pela coordenação das equipas que elaboraram os primeiros estudos de impacto arqueológico desenvolvidos por essas entidades, nos finais da década de 80 e inícios da década de 90.
Foi um dos fundadores do IPA, entre 1997 e 1999, tendo coordenado o sector responsável pela avaliação dos estudos de impacte arqueológico de grandes empreendimentos públicos e privados.
Em 1999 fez provas públicas para Assessor do IPPAR, onde exerceu funções de Assessor do Presidente para assuntos arqueológicos, até à extinção daquele organismo.
De 2005 a 2008 exerceu funções de Assessor Principal junto da Direção do IGESPAR.
A partir de 2008 passou a dedicar-se à Associação dos Arqueólogos Portugueses, ao Museu Arqueológico do Carmo, e à consultoria no domínio da Arqueologia.