Fotógrafo francês com estúdio em Paris, popularizou-se pela criação e registo da patente de cartes-visite. Associou-se a Ladrey e juntos abriram atelier no Boulevard des Italiens - Passage des Prince, em Paris
Foi engenheiro de Obras Públicas do Distrito de Évora, político, jornalista, escritor e fotógrafo amador
Fotógrafo sucessor de Eduardo Novaes, com estúdio na Calçada do Duque, 19-25, em Lisboa.
Aos 12 anos de idade foi trabalhar para a loja “Freitas” em Évora para aprender a arte de fotografar e onde ficou até ir realizar serviço militar. Alistou-se a 21/06/1965, é incorporado a 11/07/1967 e termina o serviço militar em 15/08/1970. Após terminar o serviço militar, voltou novamente a trabalhar na loja “Freitas” sempre ligado à fotografia a sua nova paixão, realizando aos fins de semana casamentos, batizados e reportagens diversas.
Em 1978 tomou a decisão de criar o seu próprio negócio e no dia 28 do mês de Março, abriu o seu estabelecimento comercial próprio, onde montou o seu laboratório para a realização de fotografias a cores. Eram momentos decisivos da sua afirmação e competência para o ramo, para tal muito contribuiu o prémio nacional de a Noiva do Ano em Abril de 1978 atribuído pela Kodak Portuguesa.
Carlos Tojo acompanhou os momentos altos da cidade de Évora, nomeadamente, inauguração da fábrica da Siemens, Universidade de Évora, Cortejos de Carnaval, Eventos Desporto com o Ciclismo e as modalidades dos Clubes, contando com um espólio superior a 10000 mil fotografias próprias.
A loja “Carlos Tojo” situava-se na Rua de Machede 3, contando com 38 anos de funcionamento.
Republicano Francês, durante a vigência de Napoleão III, Alfred Fillon (1825-1881) refugia-se em Lisboa, onde chega em 1851, recomendado a António Feliciano de Castilho pelo seu amigo Victor Hugo, que também praticava fotografia.
Em 1857 abre o primeiro estabelecimento no Porto.
Em 1859 já se encontra em Lisboa com estúdio na Rua das Chagas 9 a 13.
Neste mesmo ano viaja pela Europa para aprofundar os seus conhecimentos sobre fotografia, é quando contrata Joseph Plessix para trabalhar consigo, operador da firma Mayall de Londres (destacado retratista).
Em 1865 participa na Exposição Internacional do Porto e em 1868 volta para Paris, trespassando o seu estúdio a Henrique Nunes. Em 1874 regressa definitivamente para Lisboa e compra o estúdio ao seu antigo colaborador, J. Plessix, situado na Rua Nova dos Mártires 46; posteriormente muda-se para a Rua Serpa Pinto 79 a 87, onde fica até 1881, quando morre. Este estúdio passa a partir de então a contar com a direcção de Augusto Bobone, quem nele mantém actividade até 1910.