Júlio Novaes nasceu em 1867. Ele era o mais novo dos irmãos António e Eduardo, tendo começado a trabalhar na Photographia Bastos, na Calçada do Duque 19-25, Lisboa, em 1879, apenas com 12 anos de idade. Nessa data já António Novaes trabalhava em fotografia, pelo menos, há cinco anos, o que leva a pensar que Júlio Novaes poderá ter aprendido com os irmãos. Júlio Novaes esteve nesta morada durante dezoito anos. Em 1897 abandonou a gerência desta casa fotográfica e inaugurou o novo estúdio A Photographia Novaes, na Rua Ivens, 28, Lisboa, local onde até 1896, funcionou o Instituto Photográphico de Arnaldo Fonseca & Commandita.
Em 1909, para além do estúdio individual, Júlio Novaes anunciou outro de parceria com Pozal, o " J. Novaes & Pozal", na Rua do Sol nº 19, ao Rato, também em Lisboa.
Participou na Exposição Universal de Paris, em 1900.
Atelier situado na Rua do Loreto, 43, em Lisboa.
Fotógrafo com estúdio na Rua Arco Bandeira, 26, em Lisboa.
João António Madeira, geriu a Photographia Lusitana, com estabelecimento na Rua do Tesouro Velho (hoje Rua António Maria Cardoso), n.º 27, em Lisboa. Nas mesmas instalações, em 1867, tinha funcionado a Photographia Lima & Madeira, da qual João António Madeira era sócio.
Eduardo Gageiro nasceu em Sacavém a 16 de Fevereiro de 1935. Empregado de escritório na Fábrica de Loiça de Sacavém de 1947 a 1957, conviveu diariamente com pintores, escultores e operários fabris, que o influenciam na sua decisão de fazer fotojornalismo. Com 12 anos publica no Diário de Notícias, com honras de primeira página, a sua primeira fotografia. Começa a sua actividade de repórter fotográfico no Diário Ilustrado em 1957. Foi fotógrafo do Diário Ilustrado, O Século Ilustrado, Eva, Almanaque, Match Magazine, editor da revista Sábado, Associated Press (Portugal), Companhia Nacional de Bailado, da Assembleia da República e da Presidência da República. Trabalhou, nomeadamente, para a Deustche Gramophone - Alemanha, Yamaha - Japão e para a Cartier. Actualmente é freelancer.
Nasceu em Reguengos de Monsaraz em 1966. Inicia a sua actividade como freelancer, passando a colaborar regularmente, a partir de 1999, com jornais locais, regionais e nacionais. É correspondente do Jornal Público para o Alentejo.
Participou em exposições individuais e colectivas.
Eduardo Nogueira (1898-1969) era natural do Fundão. Veio para Évora em 1928, instalando-se na Rua de Avis, 34, local onde estivera a Fotografia Lisbonense de Ricardo Santos. Anteriormente, Eduardo Nogueira trabalhara na Foto-Estefânia, em Lisboa, estabelecimento onde se iniciara, em miúdo, na arte fotográfica. Para além da sua actividade comercial, participou em diversas exposições nacionais e internacionais, tendo obtido diversos prémios e distinções.