David Freitas (1902-1990) era natural de Loulé. Fotógrafo amador desde os 14 anos, inicia o serviço militar em 1923, integrando a banda filarmónica do regimento (ingressou no exército como músico nas bandas da GNR e de Caçadores 5 e fundou e participou em várias orquestras ligeiras). A sua prática de fotógrafo amador intensifica-se a partir de 1934, em Faro, possuindo uma câmara escura em casa, onde faz diversos trabalhos de reportagem. Em 1940, já em Évora, começa a trabalhar em fotografia para a Livraria Nazareth.
Profissionalizou-se em 1946, após a reforma do exército e vai dirigir, a convite de António Nazareth, a Fotografia Nazareth, passando a ser proprietário da mesma em 1958.
Nos anos 60 fica proprietário do estabelecimento - Óptica Freitas - , onde irá desenvlver a sua actividade até finais da década de 1970.
Maria Eugénia Reya Campos (?- 1917) auto-intitulada a primeira mulher fotógrafa portuguesa, com atividade conhecida desde 1871 ou 1872, passou por Elvas, Beja e Évora (com estúdio, entre 1881 e Maio de 1882, na Rua da Ladeira nº14). Posteriormente abre um estúdio em Lisboa (1882), primeiro na Calçada do Duque e depois na Rua de São Lázaro.
Em 1888 participou na Exposição Industrial de Lisboa
Fotógrafo com atelier situado na Rua do Caldeira nº58, em Lisboa.
Actividade em Évora: Maio a Agosto de 1881
Fotógrafo francês com atelier em Paris (5 bis Boulevard des Italiens, Rue de Richelieu e Passage des Princes Escalier)
Associou-se a Disderi no atelier do Boulevard des Italiens - Passage des Princes, em Paris.
Ganho a medalha de prata na Exposição Universal de 1867, 1878 e 1889.
Estúdio fotográfico situado no Largo da Abegoaria nº4, em Lisboa